Autoestima: entre quedas e revoluções.
Autoestima: entre quedas e revoluções. Como toda mulher, em algum momento me vi de frente com esse “problema”. E eu não sou diferente. Me encontrei nos mesmos questionamentos das mulheres que vieram antes de mim, das que vivem agora — e, infelizmente, das que ainda virão. Depois de observar muito, cheguei a algumas conclusões. Autoestima vai muito além de ter uma estética agradável. Vai além de um corpo bonito, de corresponder a padrões, de ser refém da indústria de cosméticos ou da validação constante. Autoestima não mora no espelho. Mora dentro. E isso exige coragem. Coragem para aceitar a própria sombra. Não sou perfeita — e não tenho obrigação de ser. Me aceitar por inteiro, inclusive aquilo que ainda não sei mudar, é parte do processo. Autoestima também é não depender da aprovação alheia, nem mesmo daquelas pessoas que mais amo. Porque amor que exige que eu me diminua cobra um preço alto demais. É fazer coisas por mim, coisas que realmente gosto, mesmo quando ...